Mesa de Bar

Lugar pra se falar sobre tudo e sobre o nada.

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Local: Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil

Sóbria, a maior parte do tempo. Na mesa de um bar me torno mais corajosa, mais sensível, mais emotiva, mais generosa. No bar e com umas cervejas a mais, as dúvidas se dissipam, as certezas afloram, as tristezas caem fora e a alegria reina. Sim, na mesa de um bar eu sou uma pessoa melhor do que fora dela.

terça-feira, maio 13, 2008

Inveja dos homens

Sabem o que eu realmente invejo nos homens?

Não é o falo, nem a liberdade sécsual, nem fazer xixi em pé, nem a força física, nem nada dessas coisas, mas sim o fato de andarem pelas ruas com as mãos e braços livres.

Observem na próxima saída à rua: as mulheres estão sempre carregando bolsas e sacolas, e crianças, e lancheiras de crianças, e casaquinhos, e embrulhos, e pastas de papéis, e etc. Os homens andam balançando os braços, livremente. No máximo, um aparelhinho de celular ou a chave do carro. Eu, que me sinto quase sempre sem braços, como um cavalo, morro de inveja.

7 Comments:

Anonymous Ana Maria Marques said...

És muito boa, Meg! Eu invejo muitas outras coisas. Sobretudo essa de chegar a casa e sentar e tudo o mais vá p'ró inferno!

5/13/2008 12:03 PM  
Blogger Carol said...

Amiga Meg, só você viu!! Os homens não tem nem 1/100 do trabalho que temos nós mulheres..mas jamais saberão o prazer de ser mãe,de amamentar,essas coisas que compensão tudo!! Nossa, filosofei agora!! Beijos!!

5/13/2008 1:20 PM  
Blogger Valentina said...

Eu já me intitulei a mulher-cabide.
K

5/13/2008 1:59 PM  
Blogger Cynthia said...

Mas poder fazer xixi em pé também é o máximo, né não ? Ou será que os banheiros de bar aí de BH são beeeem mais limpos que os daqui ?

;o)

5/13/2008 3:11 PM  
Anonymous Nalu said...

Meg essa é uma das invejas que eu tenho tb viu? Beijos

5/13/2008 6:25 PM  
Blogger Helê said...

E andar sem camisa na rua, heim, heim?

5/16/2008 9:57 AM  
Blogger MegMarques said...

Cyn, Helê, tá certo, tem algumas otras cositas que são invejáveis tbém.
Mas há uns 18 anos que eu não sei o que é sair de casa sem carregar ao menos uma bolsa a tiracolo. Morro de saudades daqueles tempos em qua andava por aí com a identidade num bolso, a chave de casa no outro e um dinheirinho merreca na meia. Ô liberdade!

5/16/2008 1:30 PM  

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