Itinerário parisiense X
Décimo segundo dia:
Mercado das Pulgas, de novo, porque queríamos ver e comprar mais umas coisinhas.
Conciergerie- é a parte que sobrou do mais antigo palácio real da cidade. Já no século XIV foi transformado em prisão. Foi ali que a rainha Maria Antonieta passou seus últimos meses de vida. Muito me impressionou e incomodou a falta de privacidade da sua cela: tinha que dividir permanentemente o pequeno espaço com dois homens, guardas revolucionários, separados apenas por um leve biombo.
Torre de St. Jacques de Compostela- descobrimos ali que Tiago em francês é Jacques! Então, esta torre (resto também de um antigo palácio) é o ponto inicial da peregrinação pelo Caminho Francês até a Basílica de Santiago na Galícia.
Hôtel de Ville- é o equivalente às nossas Câmaras Municipais (ou Prefeitura, não sei direito). No interior, algumas partes estão abertas à visitação pública, mas nós não chegamos a entrar.
Centro Pompidou- enquanto o Louvre expõe o melhor da arte da antiguidade até os séculos XVII e XVIII e o D'Orsay se propôs a exibir o séculos XVIII e XIX, o Centro Pompidou se especializou em Arte Moderna, do final do séc XIX até o momento contemporâneo. Mon amour tem certa resistência com a contemporaniedade e mesmo eu enfrento algumas dificuldades com certas obras e instalações, mas podemos dizer que gostamos muito do que vimos até a década de 50 do século passado. Depois fica tudo muito doido.
E neste dia, à noite, começou a bater aquela tristezinha típica de quem sabe que as férias vão acabar em breve.
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Décimo terceiro dia:
Segunda-feira, museus fechados. Vamos rodar e curtir a cidade, sentar em cafés e passear pelas praças, andar pelos bairros e apreciar a rotina alheia. Onde fomos:
Marais, um dos bairros mais tradicionais da cidade.
Praça de Vosges, linda, linda, linda.
Quartier do Judeus, interessante e movimentado.
Praça da Bastilha. Não sobrou pedra sobre pedra da antiga fortaleza-prisão, mas no chão pode-se ver as marcas do traçado das muralhas.
Les Halles. Um grande shopping center sem graça.
Mercado das Pulgas, de novo, porque queríamos ver e comprar mais umas coisinhas.
Conciergerie- é a parte que sobrou do mais antigo palácio real da cidade. Já no século XIV foi transformado em prisão. Foi ali que a rainha Maria Antonieta passou seus últimos meses de vida. Muito me impressionou e incomodou a falta de privacidade da sua cela: tinha que dividir permanentemente o pequeno espaço com dois homens, guardas revolucionários, separados apenas por um leve biombo.
(reconstituição da cela de Maria Antonieta)
Torre de St. Jacques de Compostela- descobrimos ali que Tiago em francês é Jacques! Então, esta torre (resto também de um antigo palácio) é o ponto inicial da peregrinação pelo Caminho Francês até a Basílica de Santiago na Galícia.
Hôtel de Ville- é o equivalente às nossas Câmaras Municipais (ou Prefeitura, não sei direito). No interior, algumas partes estão abertas à visitação pública, mas nós não chegamos a entrar.
(meu imperador, em frente ao Hôtel de Ville)
Centro Pompidou- enquanto o Louvre expõe o melhor da arte da antiguidade até os séculos XVII e XVIII e o D'Orsay se propôs a exibir o séculos XVIII e XIX, o Centro Pompidou se especializou em Arte Moderna, do final do séc XIX até o momento contemporâneo. Mon amour tem certa resistência com a contemporaniedade e mesmo eu enfrento algumas dificuldades com certas obras e instalações, mas podemos dizer que gostamos muito do que vimos até a década de 50 do século passado. Depois fica tudo muito doido.
(a vista do alto do Pompidou é bem bacana também)
E neste dia, à noite, começou a bater aquela tristezinha típica de quem sabe que as férias vão acabar em breve.
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Décimo terceiro dia:
Segunda-feira, museus fechados. Vamos rodar e curtir a cidade, sentar em cafés e passear pelas praças, andar pelos bairros e apreciar a rotina alheia. Onde fomos:
Marais, um dos bairros mais tradicionais da cidade.
Praça de Vosges, linda, linda, linda.
Quartier do Judeus, interessante e movimentado.
Praça da Bastilha. Não sobrou pedra sobre pedra da antiga fortaleza-prisão, mas no chão pode-se ver as marcas do traçado das muralhas.
Les Halles. Um grande shopping center sem graça.
2 Comments:
Está fazendo um ótimo roteiro! Mesmo eu estando morando na França, só passei 3 dias em Paris! Não consegui ver quase nada! Tem muita coisa!
Como volto logo para o Brasil, vou dar um jeito de guardar esse seu roteiro, e voltar um dia com alguém especial, e tentar segui-lo!! :)
Que bom que vc gostou. Nós curtimos muito mesmo a nossa viagem. Acho ótimo que queira guardar o roteiro!
Não esqueça de adaptá-lo ao seu gosto pessoal e da sua pessoa mais querida. Um abraço.
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